terça-feira, 31 de janeiro de 2017

7º A e B - Colégio Integrado - Aula 01.02.2017 - Extrativismo animal, mineral e vegetal.



Olá meus pequenos, tudo bem!!!!
É com muito prazer, que vou lecionar Geografia para vocês nesse ano.

#partiuestudar
#partiusercomprometido
#aprofessoraestáaquiparaoqueprecisarem

Vídeo de curta duração, para quem tem memória fotográfica, auxiliando nos estudos.

Beijinho à todos e segue abaixo, texto sobre o Extrativismo Vegetal no Brasil, para estudo extracurricular.

Extrativismo Vegetal no Brasil – 7º Anos A e B – Integrado Amparo

O Extrativismo Vegetal no Brasil sempre foi uma constante, possuindo características que estão ligadas às respectivas regiões.
Desde o descobrimento do Brasil, nosso país esteve atrelado a atividades que envolviam o extrativismo. Este tipo de atividade consiste em obter da natureza os produtos que serão usados para comercialização direta ou indireta pelo homem. Ocorrem então dois tipos possíveis de extrativismo, o mineral e o vegetal.
A biodiversidade brasileira é uma das maiores do mundo, sua riqueza é incalculável. Mas as constantes atividades de extrativismo colocam em risco todo esse aparato natural disponível em território brasileiro, já que muitas vezes ocorre de forma ilegal ou então irregular. A exploração predatória coloca em risco de extinção várias espécies vegetais e animais. Hoje, pensa-se muito sobre o extrativismo sustentável, que consiste em explorar a natureza de maneira correta, impedindo que os recursos se esgotem e comprometam a humanidade do tempo presente e de gerações futuras.
O Extrativismo Vegetal no Brasil é bem menos importante do que as atividades de pecuária, por exemplo. Seja em valores de produção ou de mão-de-obra empregada. Porém a pecuária irresponsável acaba desmatando territórios com importantes recursos vegetais para fins de sua própria expansão. Em alguns lugares do Brasil, o Extrativismo Vegetal ainda possuem destaque, sendo que a madeira é o produto mais explorado. Além da madeira, há outros vários produtos integrantes do Extrativismo Vegetal no Brasil.
O Brasil é um país coberto por grandes porções de floresta que foram preservadas na colonização e no progresso de sua população. Por ser um país com vasta extensão territorial, há espaço suficiente para as reservas naturais. A Madeira é um dos produtos mais visados no Extrativismo Vegetal no Brasil. Normalmente, é extraída da Mata de Araucária ou Floresta Subtropical, com destino à produção de papel e celulose; da Mata Atlântica, que continua sendo explorada ilegalmente mesmo existindo proteção de lei; e da Floresta Amazônica, que gera muita madeira-de-lei. A extração de madeira está intimamente ligada com o problema do desmatamento no Brasil.
No leste do Pará, ocorre especialmente a extração da Castanha-do-pará que é um produto muito valorizado no Brasil e também na exportação.
Palmeiras típicas da região amazônica fornecem Açaí e Palmito que abastecem o mercado interno e servem ainda para exportação, já que dessas árvores se aproveita praticamente tudo.
O látex já teve importância bem maior em seu extrativismo para o Brasil. O produto obtido através da Seringueira ainda é utilizado na produção nacional de borracha, mas perdeu muito espaço com o avanço da tecnologia.
As madeiras menos nobres das florestas brasileiras são fontes para Lenha e produção de Carvão Vegetal, que possuem fins energéticos ou medicinais.
No Maranhão e em Tocantins, a extração do Babaçu é importante em aplicações industriais e alimentícias.
No Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte, a extração de Carnaúba feita em grandes palmeiras tem como destino várias aplicações industriais.
O Nordeste ainda conta com o extrativismo de Piaçava, utilizada em vassouras e cordas de navios; o Coco, que possui ampla utilização; a Castanha-de-caju, que gera um óleo com propriedades especiais; e o Buriti, que tem funções alimentícias e medicinais.


Acesso em 30.01.2017

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

6º Ano A - Colégio Integrado Amparo

Fala galerinha show !!!!
Tudo bem?

Vamos lá, revisar assuntos estudados em nossa primeira aula:

Resultado de imagem para ROSA DOS VENTOS

Vocês se lembram na explicação dos pontos cardeais?
Ei Prof.....nas férias esqueci.......kkkk

Retomando conteúdo do ano anterior e o desenho acima, que se refere a famosa Rosa dos Ventos:

Pontos cardeais: Norte, Sul, Leste e Oeste.....tudo bem até aqui?
Lembrem-se que o sol nasce sempre a Leste e se põe a Oeste.

Pontos colaterais: Nordeste: Norte + Leste = NE
                             Noroeste: Norte + Oeste = NO
                             Sudeste: Sul + Leste = SE
                             Sudoeste: Sul + Oeste + SO
Também devemos lembrar que em algumas Rosa dos Ventos ou bússolas, encontraremos a expressão em Inglês ok

N: North - Norte
S: South - Sul
E: East - Leste
W: West - Oeste

domingo, 29 de janeiro de 2017

ANIMAÇÃO - HOMEM CONSUMISTA

História das Coisas (HD) - Dublado - Globalização + Capitalismo e seus e...

9º Anos Maya - Texto de Apoio Situação de Aprendizagem 1 - Relações entre espaço geográfico e globalização

TEXTO DE APOIO 9º ANOS MAYA -  1º BIMESTRE

Situação de Aprendizagem 1. Relações entre espaço geográfico e globalização

A principal forma de expressão da chamada globalização é o aumento das relações na escala global.
Globalização: escalas e tecnologias

O que é a globalização? Quais as implicações desse processo em nosso cotidiano? Há vantagens? Quais? Há problemas? Quais?

O texto de Ralph Linton, na página 3 do caderno do aluno, permite uma reflexão sobre o significado das relações que se desenvolvem na escala mundial. Refere-se a uma longa história de trocas culturais entre diversos grupos sociais e nações. Considerando que as trocas atuais são muito mais volumosas e aceleradas, até onde terão chegado as influências entre os povos? Isso não dará condições para perceber-se que, na atualidade, a escala mundial está bem mais plena de relações? Será que estamos nos transformando em “cidadãos do mundo”, bem mais do que apenas cidadãos nacionais?
O espaço geográfico é uma construção humana sobre uma superfície natural transformada, composta por edificações e obras diversas, dispostas para possibilitar a constante interação dos homens entre si e entre os bens que eles produzem e os bens naturais. Por tudo isso, o espaço geográfico é parte integrante da sociedade.
Tendo esse entendimento de espaço geográfico em mente, podemos retornar à análise do processo de globalização. Teria a globalização uma dimensão espacial clara na sua constituição? O espaço geográfico transformou-se para que a globalização, que corresponde ao aumento extraordinário das relações na escala mundial, pudesse acontecer.

O que percebem da globalização, com situações observadas em seu cotidiano?

Como o lugar se insere no mundo?

Em um primeiro momento, ficará mais fácil entender como a escala global se insere no lugar, na escala local. Identificar o global no local é algo que observamos diariamente: as influências de outros países, de outras culturas no nosso dia a dia é um exemplo de algo global que se insere no local. A escala global passa pelo seu lugar, e seu lugar está nesse mundo que está se construindo.
Na medida em que o global vai se inserindo no lugar e transformando-o, o lugar também vai transformando o mundo. Entretanto, vários fatores condicionam as possibilidades concretas de inserção do lugar no mundo. Como isso acontece?
Pode-se trabalhar com os três grandes níveis de escala: local, regional (nacional) e global. Os dois últimos níveis (o nacional e o global) agem sobre o primeiro (o local), mas não podem substituí-lo. O local, por mais influências alheias absorva, sempre tem sua particularidade.
A globalização é o encurtamento das distâncias em razão dos avanços tecnológicos, é a homogeneização dos lugares a partir da uniformização dos processos produtivos, do consumo, dos hábitos, a expansão das corporações para regiões fora de seus países de origem.
Qual é o “motor” da globalização? A globalização é um processo que já vem ocorrendo há muito tempo?

As grandes navegações e o processo de colonização de novos espaços pelos europeus ocorreram no chamado Período Técnico. Esse longo período foi pródigo em avanços: a bússola, os portulanos, a imprensa, e posteriormente a máquina a vapor e o telégrafo são alguns exemplos do que a humanidade incorporou nesse período.
Esses aparatos técnicos possibilitaram, a certos países, atuar numa escala global: acelerar os contatos e as trocas, ter acesso a novos bens e outras culturas, expandir sua força econômica, construindo um regime capitalista. Mas não era, nesse momento, globalização.
A globalização, no presente, tem outra força e outra qualidade. Antes de tudo, ela é fruto de uma revolução tecnológica nas comunicações e na eletrônica, que encurtou distâncias e criou novas formas de comunicação e organização. Tais alterações também podem ser consideradas como responsáveis pelas grandes mudanças no cenário geopolítico do século XX, alimentando novas formas de organização econômica ao aproximar mercados e reorientá-los em blocos comerciais (Nafta, MERCOSUL, etc).
Essa reorganização é diferente daquele manifestada durante o período da “Guerra Fria”, quando o mundo era polarizado por forças hegemônicas lideradas pelos Estados Unidos da América (EUA) e pela extinta União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), que utilizaram seus sistemas econômicos – capitalismo e socialismo – como forças de pressão internacional.
Contemporaneamente, os progressos técnicos estão intimamente ligados à aceleração do tempo, característica-chave do processo de globalização. Essa aceleração muda nossas relações com a distância geográfica, agora mais facilmente transposta. Trata-se da compressão do tempo-espaço: o encolhimento do mapa do mundo, graças a inovações nos transportes que encolhem o espaço por meio do tempo.
A figura “O encolhimento do mapa do mundo”, na página 7 do caderno do aluno, demonstra a metáfora do “encolhimento” ou da nova relação das sociedades com a distância, relacionada ao desenvolvimento dos meios de transporte. Pode-se afirmar, portanto, que o mundo ficou menor para o ser humano. As pessoas, os remédios, as mercadorias chegam muito mais rapidamente a seus destinos.
O que permite compreender o processo de globalização é a incorporação de novas tecnologias no espaço, ou seja, o advento da revolução tecnológica, ainda em andamento e responsável, também, pela integração de economias e mercados. No entanto, é possível perceber que se trata de um fenômeno que vai muito além da integração econômica e de mercados, que por si só já é um evento de grande complexidade.
As empresas multinacionais transformaram-se em transnacionais e atualmente são empresas globais. Os mercados não são mais apenas locais, mas planetários. Temos a universalização do sistema produtivo, do sistema financeiro e das formas de comunicação. Mas essa universalização não engloba todos os segmentos de uma sociedade: por exemplo, uma universalização da política. Não é possível afirmar a existência de um espaço global. O que na verdade existe é um conjunto de espaços nacionais e algumas redes que atuam na escala global. Será que todos os lugares e povos são atingidos pela globalização com a mesma intensidade? A resposta é não!
Alguns exemplos de comunidades que não são favorecidas são as comunidades indígenas, as comunidades quilombolas (grupos humanos remanescentes dos antigos quilombos – povoados de escravos fugidos à época da escravidão no Brasil), as comunidades camponesas, praticantes ainda da agricultura de subsistência, pescadores ou caiçaras.
Por isso, por mais contraditória que seja a expressão, a globalização não é universal. Mas podemos afirmar que a globalização já implica num maior interdependência dos países entre si e das pessoas de certa maneira, numa articulação instantânea entre os diferentes lugares do mundo (conexão on-line), numa certa tendência à uniformização de padrões culturais.
Pode-se dizer que, a multiplicação dos espaços de lucro (domínio de mercados, locais de investimento e fontes de matérias-primas) foi uma força que conduziu o mundo à globalização. Entretanto, até este momento, há limitações para a amplificação do fenômeno: o progresso técnico atinge poucos países e regiões e, ainda assim, de forma circunscrita (limitada, restrita, com limites determinados) e com efeitos que não vão se generalizar.
Está em construção uma nova cartografia do mundo, com as redefinições no espaço geográfico.


8º Anos Maya - Texto de apoio - Situação de Aprendizagem 1 - O contexto do Senhor dos Ventos

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM – 1

O MEIO NATURAL: O CONTEXTO DO SENHOR DOS VENTOS

1. A Ásia, a Europa e a África.

2. O Oriente e Jerusalém, de forma a valorizar a Terra Santa.

3. A América, a Oceania e a Antártica.

4. O “Conceito cosmográfico de geógrafo cristão, século XI”.

5. Sim, revelam uma visão religiosa de mundo, porque no “Mapa-múndi de Sallustio, século IV”, a Terra aparece no centro do mundo, e a cruz que simboliza Jerusalém ocupa lugar de destaque (não aparece no mapa), enquanto no “Conceito cosmográfico de geógrafo cristão, século XI”, o mundo habitado é representado como um disco chato (“O”), em cujo centro também está Jerusalém.

A religião católica ocupa um lugar de destaque na visão de mundo do autor deste mapa. Afinal, ele representa o mundo como o corpo de Cristo, cuja cabeça, mãos e pés ultrapassam as margens circulares da moldura. Além disso, o mapa é rico em pormenores acerca de passagens bíblicas.

É importante o aluno saber como é utilizado o astrolábio através da realização de medições angulares na própria escola.

O astrolábio é um instrumento muito antigo, cuja origem remonta ao século II a. C., e que se acredita que tenha sido introduzido na Europa pelos árabes, por volta do século X. Ele foi decisivo na expansão ultramarina europeia, pois permitia que se calculasse a altura dos astros celestes, o que possibilitava a localização dos navegantes em alto-mar, especialmente sua posição em latitude. Hoje, com o Global Positioning System (GPS), é possível obter por satélite as coordenadas geográficas de qualquer objeto sobre a superfície terrestre, não sendo mais necessário o uso do astrolábio nas navegações marítimas.

 Leitura e Análise de Esquema e Mapa

Os navegadores da época de Colombo precisavam encontrar uma rota favorável para a volta necessariamente diferente do caminho que havia sido utilizado na ida. Uma análise mais atenta da rota da esquadra de Colombo evidencia que o grande navegador utilizou-se dos ventos alísios de nordeste para tomar o rumo das Américas e os ventos de sudoeste para retornar à Europa.

Nos navios da atualidade  não é necessário mais a força do vento para movimenta-los, porque eles deixaram de ser movidos por essa força natural, e hoje motores a propulsão é que os movimentam.

Espanha e Portugal ocuparam as maiores extensões territoriais por apresentarem condições políticas favoráveis para a realização da expansão ultramarina (unificação da nação em torno do rei, o maior financiador das expedições marítimas) e acumularem conhecimentos preciosos dos “segredos do mar”.

A rota clássica das Antilhas à Europa estabelecida por Cristóvão Colombo passava entre as ilhas de Cuba e Hispaniola, seguindo então rumo ao norte até atingir latitudes mais altas e “pegar carona” nos ventos de oeste. Então, é bom entender que foi a inovação de Antonio de Alaminos, que consistiu em passar ao norte de Cuba, aproveitando-se do impulso da Corrente do Golfo para atingir a latitude dos ventos de oeste.

Devemos sempre argumentar , com base na análise de dados geográficos que comprovem a tese defendida que nesse caso, é preciso esclarecer a importância do conhecimento dos mapas que registravam os regimes de ventos e expliquem por que o trajeto de ida de Colombo foi diferente do trajeto de volta.

1. Alternativa a.

O Brasil, mais especificamente, a costa brasileira, seria o destino mais provável, pois a garrafa seria levada pela Corrente do Brasil.




sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Fibra ótica

Sabe o que tem no fundo do mar, para te manter conectado com o mundo?

Cabos de internet que interligam continentes e países, e que na grande maioria estão no fundo do mar.

Como?
Reprodução/Telecom

Por cabeamento físico, é que a internet chega até nós, via milhares de quilômetros. Grande parte dele, estende-se sob o mar, o que o torna verdadeiramente internacional. Verifiquem nas imagens abaixo o que há dentro deles.
Não podemos esquecer que estão sob alta pressão e água salgada e sua manutenção exige reforços.

Para que não haja nenhuma fala na conexão, dentro do aço, passam polímero e cobre, e algumas fibras de vidro preciosas levam dados de um continente a outro, e são envoltas em vaselina, dentro de finos tubos de cobre ou alumínio. São também recobertos por policarbonato e então por uma barreira de alumínio, impedindo a entrada da água.
Geralmente os cabos possuem 69 mm de diâmetro e cada um pesa dez kilos por metro. Isso pode parecer um exagero, mas quando um cabo submarino é danificado, o acesso à internet cai instantaneamente.


Mais informações no site: http://olhardigital.uol.com.br/noticia/tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-cabos-submarinos/57006

cabo submarino

1 - polietileno; 2 - filme boPET; 3 - cabos de aço; 4 - alumínio; 5 - policarbonato; 6 - tubo de cobre ou alumínio; 7 - vaselina; 8 - fibras ópticas


Resultado de imagem para fibra óptica fundo mar

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Reprodução

2 Chuva Ácida e Ilhas de Calor