terça-feira, 22 de março de 2016

História da Civilização Chinesa - 7º Adone - Jaguariúna

Boa tarde meus queridos alunos.
Segue história da China como solicitado.

Grande abraço
Professora Daiane - Geografia

Idade Pré-histórica - Idade Antiga
De acordo com a tradição, o povo chinês originou-se no vale do Huang He ou rio Amarelo. As provas arqueológicas são escassas, embora tivessem sido encontrados, perto de Pequim, restos do Homo erectus, que datam de 460mil anos, e que receberam o nome de Sinanthropus pekinensis. Há provas fidedignas da existência de duas culturas com cerâmica, a cultura de Yangshao (3950?-1700 a.C.) e a cultura de Long-Shan (2000?-1850 a.C.).

O rio Huang He, ou Amarelo, atravessa Gansu, China, perto da cidade de Lanzhou. É o segundo rio mais extenso do país, com 4.667 km de comprimento
Diz a tradição que os Hia (1994-1766 a.C.) foram a primeira dinastia chinesa hereditária, embora a primeira de que se tenha evidências históricas seja a Chang.


A dinastia Chang (1766-1027 a.C.) governou no centro e no norte da atual China. A capital era situada em Anyang, perto da fronteira norte. A economia era baseada na agricultura; praticavam a metalurgia e o artesanato. A sociedade era aristocrática; à frente, sobressaía o rei, que liderava uma nobreza militar. Adoravam seus antepassados e uma profusão de deuses. O último monarca Chang foi expulso por um dirigente Chou, de um estado no vale do rio Wei.



Durante a dinastia Chou (1122-256 a.C.), a civilização chinesa foi-se estendendo gradualmente em direção ao norte. A grande expansão do território tornou impossível o controle direto e a responsabilidade foi delegada a senhores feudais, cada um deles encarregado de governar uma cidade murada e seu entorno. Com o tempo, esses estados dependentes foram-se tornando cada vez mais autônomos.



A sociedade era organizada em torno da produção agrícola. Os reis Chou mantiveram um controle efetivo sobre seus domínios até que, em 770 a.C., alguns estados se rebelaram e junto com invasores nômades do norte expulsaram os soberanos de sua capital. Posteriormente, os Chou fundaram nova capital, em direção ao leste, em Luoyang. Do século VIII ao III a.C., ocorreram um rápido crescimento econômico e uma profunda mudança social, num contexto de instabilidade política extrema e um estado de guerra quase incessante.


O rio Yang-tsé, na China central, com 5.470 km de comprimento, é o maior da Ásia e um dos maiores do mundo. Na fotografia, atravessa a província chinesa de Sichuan. O rio e seus afluentes são as principais vias fluviais do interior do país

Os estados situados nas fronteiras exteriores da área cultural chinesa expandiram-se à custa de seus vizinhos não chineses, menos avançados. Durante os séculos VII e VI a.C., houve breves períodos de estabilidade, decorrentes da organização de alianças entre os poderosos estados periféricos, sob a hegemonia do membro mais forte. No entanto, por volta do século V a.C., o sistema de alianças era insustentável e a China dos Chou caminhou para o chamado período dos Reinos Combatentes (481-221 a.C.), caracterizado pela anarquia.


A resposta intelectual à extrema instabilidade e insegurança política produziu as fórmulas filosóficas que moldaram o crescimento do Estado e da civilização chineses durante os dois milênios seguintes. O mais antigo e mais influente filósofo do período foi Kongfuci, Confúcio. As doutrinas do taoísmo, a segunda grande escola filosófica existente nesse período, são atribuídas à figura semi-histórica de Lao-Tse e aos trabalhos de Tchuang-Tse.



Uma terceira escola de pensamento que floresceu nesse período e exerceu influência duradoura sobre a civilização chinesa foi o legalismo, que pregava o estabelecimento de uma ordem social baseada em leis estritas e impessoais. Para reforçar esse sistema, batia-se pelo estabelecimento de um Estado no qual o soberano tivesse autoridade incontestável. Os legalistas pregavam a socialização do capital, o estabelecimento do monopólio governamental e outras medidas econômicas para enriquecer o Estado, reforçar seu poder militar e centralizar o controle administrativo.



Durante o século IV a.C., o reino de Qin, um dos estados periféricos emergentes do noroeste, dedicou-se a um programa de reformas, seguindo as doutrinas legalistas. Ao mesmo tempo, o poder dos Chou entrou em colapso em 256 a.C.



O rei de Qin se auto proclamou primeiro imperador da dinastia Qin (221-206 a.C.). O nome China deriva dessa dinastia. O imperador unificou os estados feudais em um império administrativamente centralizado e culturalmente unificado. Aboliram-se as aristocracias hereditárias e seus territórios foram divididos em províncias governadas por burocratas nomeados pelo imperador. A capital de Qin transformou-se na primeira sede da China imperial. O primeiro imperador estendeu as fronteiras exteriores: no, sul até o delta do rio Vermelho; no sudoeste, dominou as atuais províncias de Yunnan, Guizhou y Sichuan; no noroeste, chegou a Lanzhou, na atual província de Gansu, e, no nordeste, a um setor do que hoje é a Coréia. A dinastia Qin concluiu a Grande Muralha chinesa.



O peso crescente dos impostos, o serviço militar e os trabalhos forçados criaram profundo ressentimento contra a dinastia Qin entre as classes populares, enquanto as classes intelectuais estavam ofendidas pela política governamental de controle do pensamento. Após uma luta pelo poder que mutilou a administração central, o povo levantou-se em rebelião.



Liu Bang (ver Li Yuan) autoproclamou-se imperador em 206 a.C. A dinastia Han (206 a.C.-9 d.C.), fundada por ele, seria a mais duradoura da era imperial. Os Han estabeleceram seu governo sobre a base unificada dos Qin, modificando a política que havia provocado sua derrocada. Uma das contribuições mais importantes desta dinastia foi o estabelecimento do confucionismo como ideologia oficial; no entanto, os Han incorporaram ao confucionismo idéias de muitas outras escolas filosóficas, além de superstições.



Os primitivos Han alcançaram o auge de seu poder sob o imperador Wu (reinou de 140 a.C. a 87 a.C). A autoridade chinesa estabeleceu-se ao sul da Manchúria e ao norte da Coréia; no oeste, penetraram no atual território do Cazaquistão; no sul, a ilha de Hainan passou ao controle Han e colônias foram fundadas ao redor do delta do Chihchiang, em Anam e na Coréia.



As políticas expansionistas consumiram os excedentes econômicos e os impostos foram aumentados, reaparecendo os monopólios estatais. As dissensões e a incompetência debilitaram o governo imperial. As sublevações no campo refletiram o descontentamento popular.



Durante este período de desordens, Wang Mang estabeleceu-se no poder, fundando a efêmera dinastia Qin (9-23 d.C.). Nacionalizaram toda a terra e a redistribuíram entre os agricultores, aboliu-se a escravatura e reforçaram-se os monopólios imperais sobre o sal, o ferro e a moeda. A resistência das poderosas classes proprietárias de terra foi tão dura que fez revogar a legislação sobre a terra. A crise agrária intensificou-se e a situação se deteriorou. No norte, eclodiu uma rebelião camponesa e as grandes famílias proprietárias de terra uniram-se a eles, reinstaurando a dinastia Han.



A debilidade administrativa e a ineficácia dominaram a última dinastia Han ou oriental (25-220). Entre 168 e 170, surgiu o conflito entre os eunucos e os burocratas e aconteceram duas grandes rebeliões, lideradas por grupos taoístas, em 184 e 215. A dinastia Han começou a se dividir quando as grandes famílias latifundiárias criaram seus próprios exércitos privados. Em 220, Cao Pei fundou a dinastia e reino Wei (220-265), nas províncias do norte. A dinastia Shu Han (221-263) firmou-se no sudoeste e a dinastia Wu (222-280) no sudeste. Os três reinos sustentaram incessantes guerras entre si. Em 265, Sima Yang usurpou o trono e estabeleceu a dinastia dos Ts'ins (265-317) no norte. Em torno de 280, havia reunificado o norte e o sul sob seu mandato. No entanto, pouco depois da morte de Sima, em 290, o Império começou a ruir.



As tribos não chinesas do norte aproveitaram a debilidade do governo para estender-se pelo norte. As invasões começaram em 304 e, até mais ou menos 317, os hiung-nus (provavelmente os mesmos hunoshaviam arrebatado à dinastia dos Ts'ins o norte da China. Durante quase três séculos este território foi governado por várias dinastias não chinesas, enquanto no sul o mesmo era feito por uma sucessão de quatro dinastias chinesas. Nenhuma das dinastias invasoras foi capaz de estender seu controle sobre a totalidade da planície do norte até 420, quando o feito coube à dinastia Bei Wei (ou Bei do Norte, 386-534).



A China foi reunificada sob a dinastia Suei (581-618), que restabeleceu o sistema administrativo centralizado. Embora o confucionismo tivesse sido instaurado oficialmente, também o taoísmo e o budismo foram admitidos na nova ideologia imperial, ao mesmo tempo em que floresceu o budismo. A dinastia Suei caiu em 617, diante de uma revolta liderada por Li Yuan.



Idade Média 



Fundada por ele (Li Yuan), a dinastia Tang (618-907) iniciou uma época de força e brilhantismo na história da civilização chinesa. Criaram uma administração centralizada e foi promulgado um elaborado código de leis administrativas e penais. Sob os Tang, a influência chinesa estendeu-se sobre a Coréia, o sul da Manchúria, o norte do Vietnã e o que é hoje o Afeganistão.



A força econômica e militar do Império Tang baseava-se num sistema de distribuição eqüitativa da terra para a população adulta masculina. Como resultado do crescimento demográfico, por volta do século VIII, os pequenos proprietários herdavam propriedades ainda menores, mas o valor do imposto se mantinha, o que motivava os camponeses a abandonar suas terras, reduzindo a receita do Estado.



O general An Lushan, em sua luta pelo controle do governo, precipitou uma revolta em 755. Após a rebelião, o governo central nunca mais foi capaz de controlar os comandantes militares das fronteiras, que transformaram seus cargos em reinos hereditários e retiveram os impostos do governo central. Esta situação se ampliou a outras regiões e, por volta do século IX, a zona que se encontrava sob o controle efetivo do governo central limitava-se à província de Chan-Si.



A decadência do budismo e a reaparição do confucionismo no final da era Tang deram lugar a uma nova e vigorosa ideologia, que proporcionou a base para uma civilização perdurável nos séculos seguintes.



À dispersão do poder político e econômico que marcou a dissolução da dinastia Tang sucedeu o chamado período das Cinco Dinastias (907-960) no norte, enquanto dez estados independentes se estabeleciam no sul.



O período das cinco dinastias terminou em 960, quando um chefe militar, Zhao Guangyin, proclamou o estabelecimento da dinastia Song. Por volta de 978, os Song controlavam a maior parte da China. Costuma-se dividir o período em etapa dos Song do norte (960-1126) e etapa dos Song do sul (1127-1279).



Os Song do norte limitaram em grande parte o poder dos militares das províncias e, subordinando o exército ao poder civil, reorganizaram o governo imperial, centralizando o controle efetivo na capital. No entanto, a debilidade militar transformou-se em problema crônico.



Por volta de 1050, quando se deteriorava a situação militar e fiscal, a burocracia civil estava dividida em grupos que propunham diferentes medidas reformistas. Os Song se aliaram, no começo de 1120, à dinastia Kin (1122-1234) do norte da Manchúria, em oposição aos Liao, que se voltaram contra os Song e marcharam em direção ao norte. Os Song se retiraram e em 1135 reestabeleceram sua capital em Hangzhou, na província de Zhenjiang.



Conduzida pelos Song do sul, a China meridional continuou a desenvolver-se com rapidez. No entanto, a dinastia foi dominada por um fator imprevisto: a força militar dos mongóis que, sob o comando de Gengis Khan, iniciaram uma série de conquistas que resultaram na formação do maior império conhecido até então. Gêngis Khan conquistou Pequim em 1215 e ampliou seu poder sobre o restante do norte da China.



Kublai Khan, neto de Gêngis Khan, transferiu a capital mongol para perto de Pequim, de onde governou um império que se estendia da Europa Oriental até a Coréia e do norte da Sibéria ao sul da fronteira setentrional da Índia. Governaram como imperadores com o título dinástico de Yuan (1279-1368). Nesta época, chegou à China o mercador veneziano Marco Polo.



Havia, porém, crescente descontentamento. Durante a década de 1340, espocaram levantes em quase todas as províncias. Na década de 1360, Hongwu estendeu seu poder através do vale do Yang-tsé; em 1371, tomou Pequim e os mongóis se retiraram para o território da Mongólia, de onde continuaram a hostilizar os chineses.



Fundada por Wu, a dinastia Ming (1368-1644) revitalizou a civilização dos Tang e dos Song. Seu poder se consolidou de maneira firme ao longo da Ásia Oriental. Restabeleceu-se o governo civil e o império foi dividido em 15 províncias.

O altar do céu é parte do templo do mesmo nome, o "Tian Tan", construído durante a dinastia Ming. Está situado na parte antiga da cidade, no Parque Tian Tan. A arquitetura do século XV, com seus muros vermelhos e ornamentação dourada, é tipica da dinastia Ming.

Idade Moderna


Os primeiros Ming restabeleceram o sistema de relações tributárias, mediante as quais os estados não chineses da Ásia Oriental reconheceram sua supremacia cultural e moral, enviando tributos. A capital voltou a Pequim. O poder se estendeu por todo o sudeste da Ásia e a Índia, chegando até Madagascar (ver Zheng He). No entanto, a partir de meados do século XV, o poder Ming começou a declinar.



Durante o período de decadência dos Ming, iniciaram-se as relações marítimas com a Europa. Os primeiros a chegar foram os portugueses, em 1521. Em 1570, começou o comércio com os assentamentos espanhóis nas Filipinas. Em 1619, os holandeses estabeleceram-se em Taiwan e tomaram posse das ilhas dos Pescadores.



A queda dos Ming foi provocada por uma rebelião que explodiu na província de Changzhi, como resultado da incapacidade governamental de proporcionar ajuda em momentos de fome e desemprego. Os Ming aceitaram a ajuda manchu para expulsar os rebeldes da capital e os manchus negaram-se a abandonar Pequim, o que forçou os Ming a retirar-se para o sul da China.



Sob a dinastia Tsing (1644-1912), os manchus continuaram absorvendo a cultura da China. Sua organização política se baseava na dos Ming, ainda que estivesse mais centralizada; o organismo administrativo máximo foi o Grande Conselho.



Em meados do século XVIII, durante o reinado do imperador Qian-long, a dinastia Qing chegou ao apogeu do poder. A Manchúria, a Mongólia, Xinxiang e o Tibete encontravam-se sob seu controle; inclusive no Nepal percebia-se a influência chinesa. A Coréia e o Vietnã do Norte reconheceram a soberania chinesa e Taiwan foi anexada.



Idade Contemporânea



Por volta do final do século XVIII, a situação econômica dos camponeses havia começado a debilitar-se. Os recursos financeiros do governo estavam seriamente reduzidos, devido ao custo da expansão externa e à corrupção. Os manchus aceitaram com reservas as relações comerciais com o Ocidente. Em torno de 1800, o mercado do ópio, introduzido pelos britânicos a partir da Índia, havia se desenvolvido muito rapidamente.



O século XIX foi caracterizado por uma rápida deterioração do sistema imperial e um crescimento contínuo da pressão estrangeira, proveniente do Ocidente e do Japão. As relações comerciais com a Grã-Bretanha ocasionaram o primeiro conflito sério. Os chineses estavam ansiosos por deter o comércio do ópio, mas os britânicos negaram-se a aceitar restrições à importação do narcótico.



A primeira guerra do ópio terminou em 1842, com a assinatura do Tratado de Nanquim. Os termos do tratado garantiam à Grã-Bretanha as prioridades comerciais que desejava. Depois da segunda guerra do ópio (1856-1860), firmaram-se novos tratados em Tianjin, que ampliaram as vantagens ocidentais. Quando o governo de Pequim negou-se a ratificá-los, reiniciaram-se as hostilidades. Uma força expedicionária franco-britânica chegou até Pequim. Assinaram-se as Convenções de Pequim, nas quais se ratificavam os termos dos tratados anteriores. De acordo com suas disposições, os portos chineses voltaram a se abrir ao comércio internacional, permitiu-se a instalação de colônias de residentes estrangeiros e cederam-se de forma permanente à Grã-Bretanha os territórios de Hong Kong e Kowloon.



Na década de 1850, os alicerces do império foram sacudidos pela rebelião Taiping, uma revolução popular de origem religiosa, social e econômica; seu líder foi Hong Xiuquan. Em 1853, os Taiping haviam se deslocado em direção ao norte e estabelecido sua capital em Nanquim. Em torno de 1860, encontravam-se entrincheirados no vale Yang-tsé e ameaçavam Xangai.



A dinastia manchu, enfraquecida, tentou reformar sua política para garantir a sobrevivência do Império. De 1860 a 1895, tentativas foram feitas para restaurar o governo, obedecendo a princípios confucianos, com o objetivo de solucionar os problemas internos, sociais e econômicos. Durante as décadas de 1860 e 1870, a rebelião Taiping foi sufocada, restaurou-se a paz interna, estabeleceram-se arsenais e estaleiros e abriram-se várias minas. No entanto, os objetivos de manter um governo confuciano e desenvolver um poder militar moderno eram basicamente incompatíveis; em decorrência disso, os esforços visando ao fortalecimento foram, de 1860 a 1895, inúteis.



Em 1875, o Ocidente e o Japão começaram a desmantelar o sistema chinês de estados tributários, mantido no sudeste da Ásia. A Guerra Franco-Chinesa de 1884 e 1885, colocou Tongking sob o império colonial francês e. no ano seguinte, a Grã-Bretanha ocupou a Birmânia. Em 1860, a Rússia obteve as províncias marítimas do norte da região de Dongbei Pingyuan (Manchúria) e os territórios ao norte do rio Amur. Em 1894, os esforços japoneses para anexar a Coréia provocaram a Guerra Sino-japonesa e, em 1895, viu-se forçada a reconhecer a perda da Coréia e ceder ao Japão a ilha de Taiwan e a península de Liaodong, no sul de Dongbei Pingyuan.



A Rússia, a França e a Alemanha reagiram de imediato diante da cessão da península de Liaodong, já que isso significava conceder ao Japão posição estratégica na região mais rica da China. Esses três estados intervieram, reivindicando ao Japão a devolução de Liaodong, em troca de uma maior indenização econômica. Conseguido seu objetivo, as três potências européias apresentaram novas exigências.



Por volta de 1898, um grupo de ilustres reformadores aplicaram um profundo programa de reformas destinado a transformar a China em monarquia constitucional e modernizar sua economia e seu sistema educacional. O programa enfrentou a oposição de oficiais manchus que, com a ajuda de chefes militares leais, detiveram o movimento reformista. Propagou-se por todo o país uma reação violenta que alcançou seu ponto crítico em 1900, com um levante da sociedade secreta dos Boxer. Após uma força expedicionária ocidental ter esmagado a rebelião boxer em Pequim, o governo manchu adotou seu próprio programa de reformas e fez planos para estabelecer um governo constitucional limitado, de acordo com o modelo japonês.

Além de capital, Pequim é o centro cultural, político e intelectual do país. Aqui aparece a Porta Qian Men, na entrada sul da praça de Tiananmen, palco ocasional de celebrações e manifestações nacionais. Está rodeada por vários edifícios importantes como o Grande Museu do Povo, o Museu da Revolução Chinesa e o monumento comemorativo de Mao Tsé Tung.


Durante a primeira década do século XX, os revolucionários atraíram estudantes, comerciantes e grupos nacionais pouco satisfeitos com o governo manchu. Estourou a rebelião em Hangzhou, que se estendeu depois a outras províncias, enquanto Sun Yat-sen assumia a liderança da revolta. Os exércitos manchus foram reorganizados pelo general Yuan Che Kai, que negociou com os dirigentes rebeldes sua designação como presidente de um novo governo republicano. Em 1912, uma assembléia revolucionária elegeu Yuan primeiro presidente da República da China.



A República manteve frágil existência, de 1912 a 1949. Ainda que houvesse sido adotada uma Constituição e estabelecido um Parlamento em 1912, Yuan Che Kai nunca permitiu que essas instituições limitassem seu poder pessoal. O governo central manteve até 1927 uma existência precária e quase fictícia.



Durante a I Guerra Mundial, o Japão apresentou à China as "Vinte e uma Demandas", que praticamente transformavam a China num protetorado japonês. A China concordou em transferir as possessões alemãs em Shandong ao Japão. Sua entrada tardia na guerra, em 1917, tinha por objetivo participar na discussão do tratado de paz que seria negociado e, então, reexaminar as ambiciosas reivindicações japoneses com a ajuda dos Estados Unidos. No entanto, o presidente norte-americano Woodrow Wilson retirou o apoio de seu país às reivindicações de Shandong.



Os chineses, desiludidos diante do cínico interesse dos poderes imperialistas ocidentais, foram-se acercando do pensamento marxista-leninista e da União Soviética. O Partido Comunista Chinês foi fundado em 1921, contando, entre seus primeiros membros, com Mao Tsé-tung. Em 1923, Sun Yat-sen reorganizou o Partido Nacionalista, o Kuomintang, e aceitou o ingresso dos comunistas. O Kuomintang estava sob a direção do general Chiang Kai-shek, que tentava reunificar a China sob o mandato do Kuomintang e liberar o país do imperialismo e da força dos chefes militares provinciais. Em 1928, Chiang realizou um expurgo entre os membros comunistas do partido.



O novo governo nacional, estabelecido pelo Kuomintang em 1928, deparou-se com três problemas de grande magnitude: Chang na realidade tinha sob seu controle apenas cinco províncias, pois o resto do país era governado por chefes militares locais; em 1930, aconteceu a rebelião interna dos comunistas, que em 1927 se dividiram em duas facções: uma tentou fomentar os levantes urbanos e a outra, dirigida por Mao Tsé-tung, mobilizou os camponeses da China central; o terceiro problema foi a agressão japonesa na região de Dongbei Pingyuan, que a partir dessa época ficou mais conhecida como Manchúria, e no norte da China. Em 1932, os japoneses transformaram as três províncias da Manchúria no novo Estado do Manchukuo e fizeram de Pu-Yi, o último governante da dinastia manchu, o imperador do Manchukuo, que incorporou parte da Mongólia no começo de 1933.



No final de 1934, os comunistas se deslocaram em direção ao norte, na denominada Longa Marcha. Enquanto se intensificava a agressão japonesa, Chang moderou sua postura anticomunista e, em 1937, formou-se uma frente unida do Kuomintang e dos comunistas contra os japoneses.



Em 1937, o Japão e a China começaram uma guerra em grande escala. Por volta de 1938, o Japão controlava a maior parte do nordeste da China, o interior do vale do Yangtzé, até Hangzhou, e a zona ao redor de Cantão, na costa sudeste.



Durante a II Guerra Mundial, o governo do Kuomintang sofreu importante enfraquecimento militar e financeiro, enquanto os comunistas haviam ocupado grande parte do norte da China e se haviam infiltrado em muitas regiões rurais. Aí organizaram os camponeses para que ingressassem nas fileiras do Partido Comunista e do Exército Vermelho, com o que saíram fortalecidos da II Guerra Mundial.



Em 1945 eclodiu a luta entre os comunistas e as tropas do Kuomintang, pelo controle da Manchúria. Em 1947, o Exército de Liberação Popular (comunista) derrotou os nacionalistas na Manchúria e, em 1949, a resistência desmoronou. O governo de Chiang Kai-shek procurou refúgio na ilha de Taiwan.



Em setembro de 1949, os comunistas reuniram a Conferência Consultiva Popular Política Chinesa, que adotou diretrizes e princípios políticos e uma lei orgânica para governar o país. Mao Tsé-tung, nomeado presidente desse organismo, era de fato o chefe do Estado. A República Popular da China foi proclamada em 1º de outubro de 1949.



Em 1953, o controle comunista havia se estabelecido com firmeza. Em 1954, o Congresso Nacional Popular aprovou o rascunho da Constituição que foi enviada ao Comitê Central do Partido Comunista Chinês. Esta Constituição confirmou a hegemonia do Partido Comunista Chinês e introduziu mudanças destinadas a centralizar o controle do governo.



A política básica do regime comunista foi transformar a China em uma sociedade socialista. Para tanto, utilizaram-se os princípios do marxismo-leninismo e assegurou-se a erradicação das idéias anticomunistas. A primeira ação de governo foi reconstruir a economia, reforçando a coletivização agrícola. A indústria privada passou gradualmente ao controle da propriedade mista estatal. A ajuda econômica e o assessoramento técnico soviético contribuíram em grande parte para o êxito imediato do programa.



Em política exterior, a China e a União Soviética assinaram, em 1950, um tratado de amizade e aliança e vários acordos complementares, mediante os quais a União Soviética fez grandes concessões, como a retirada da Manchúria. A China também estreitou relações com seus vizinhos comunistas.



Com sua chegada ao poder, o regime comunista também tentou recuperar os territórios que considerava dentro das fronteiras históricas. Em 1950, as tropas chinesas invadiram o Tibete e o regime jamais renunciou à utilização da força para conquistar Taiwan.



Em 1958, foram impostos controles mais rígidos sobre a economia, para incrementar a produção agrícola, restringir o consumo e acelerar a industrialização; tratava-se de realizar o "grande salto adiante". No entanto, o programa fracassou. A situação piorou em 1960, com a retirada da ajuda econômica e da assessoria técnica soviética. Durante esta década, apenas a Albânia manteve-se como aliado incondicional.



Enquanto os comunistas lutavam por construir a sociedade, apareceram diferenças entre Mao, que favorecia uma ideologia comunista pura, e os intelectuais, profissionais e burocratas, que queriam uma aproximação mais racional e moderada. Em 1957, impuseram-se estritos controles sobre a liberdade de expressão, que puseram fim à denominada "primavera de Pequim".



A cisão entre Mao e os moderados ampliou-se. Em 1959, ele abandonou a presidência da República e foi sucedido pela moderado Liu Shaoqi. O rompimento transformou-se em conflito em 1966, quando Mao e seus seguidores lançaram a revolução cultural proletária, para erradicar o que perdurara das idéias e costumes burgueses e para recuperar o zelo revolucionário do primitivo comunismo chinês.



A Revolução Cultural teve efeito adverso sobre as relações exteriores. A propaganda a favor dos guardas vermelhos e a agitação dos chineses residentes no estrangeiro dificultaram as relações com muitos Estados, especialmente com a URSS. Mao emergiu vitorioso da Revolução Cultural e o pensamento radical refletiu-se em uma nova Constituição, adotada pelo IV Congresso Nacional Popular em 1975. O moderado Deng Xiaoping foi nomeado primeiro vice-primeiro ministro e vice-presidente do partido.



Durante este período, as relações exteriores melhoraram substancialmente, em especial com os Estados Unidos, que em 1971 retirou seu veto à incorporação da República Popular Chinesa às Nações Unidas, após o que foi ela admitida em substituição à República da China (Taiwan). Em 1972, estabeleceram-se relações diplomáticas com o Japão e, em 1979, com os Estados Unidos, ao mesmo tempo em que se estreitavam os laços com a Europa Ocidental.



Mao morreu em 1976, deixando um vazio de poder. Os radicais obtiveram sua primeira vitória ao impedir que Deng Xiaoping fosse eleito primeiro ministro. Como solução de compromisso, Hua Guofeng foi nomeado sucessor de Mao, como presidente do Partido Comunista Chinês. Sob seu governo, impuseram-se políticas moderadas.



Em 1977, Deng foi reinstaurado como substituto do primeiro ministro. O XXI Congresso do Partido Comunista Chinês, celebrado em 1977, foi dominado pelo presidente Huan, o vice-presidente Deng e Ye Jianying.



Deng Xiaoping foi a figura dominante ao longo da década de 1980 e nos primeiros anos da de 1990. Favoreceu uma política que permitia o desenvolvimento comercial e industrial, atraindo investimentos estrangeiros.



Em 1982, adotou-se uma nova constituição e uma nova reorganização do Partido Comunista Chinês. A primeira restabeleceu o cargo, em grande parte representativo, de presidente da República (anteriormente presidente de Estado), que em 1968 havia sido abolido por Mao.



Em janeiro de 1987, Zhao Ziyang foi nomeado secretário-geral do Partido Comunista. As mudanças de chefia chegaram após uma onda de manifestações estudantis que reclamavam maior democratização e liberdade de expressão (ver Protestos na praça de Tiananmen). No período de repressão política que se seguiu, Zhao Ziyang foi despojado de seus cargos no partido e Jiang Zemin transformou-se em secretário-geral. A VIII reunião do Congresso Nacional Popular, em 1993, elegeu Jiang presidente da China e reelegeu Li Peng chefe de Governo.



No 15o Congresso do Partido Comunista Chinês, em setembro de 1997, as posições de Jiang Zemin se consolidaram ainda mais com a incorporação das idéias de Deng Xiaoping ao estatuto do partido, ao mesmo nível que as de Mao e do marxismo-leninismo. Em conseqüência, foi aprovado um gigantesco programa de privatização da maioria das quase 400 mil empresas estatais, se abriram as portas a mais diversificados investimentos estrangeiros e o conjunto da economia cresceu a um ritmo sem precedentes na história chinesa. Com a abertura, o comércio exterior chinês acumula enormes superavit anuais, fornecendo recursos para a criação de empregos e melhora dos níveis salariais. Pela primeira vez em quase 20 anos, em 1999 o primeiro ministro Zhou Rongji visitou os Estados Unidos, que se transformaram em um dos principais parceiros comerciais da China.



As inundações provocadas pela enchente do rio Yang-tsé têm renovado o sonho há muito acalentado pelas autoridades chinesas: domar o longo rio construindo a barragem das Três Gargantas, cujos trabalhos foram iniciados em 1997 e devem terminar em 2009. Com a criação de um lago de contenção, a barragem deverá reduzir a pressão das águas sobre as regiões situadas rio abaixo, donde as inundações têm feito inúmeras vítimas. As autoridades do país expressaram seu temor com relação aos diques do Yang-tsé, que vêm sendo submetidos a uma pressão nunca experimentada antes.

História da marca Vans - 9º Escola Francisco - Curiosidade dos alunos.

Boa tarde meus queridos, segue história da marca Vans como prometido.


Abraço à todos.
Professora Daiane


Criada na agitada Califórnia em plenos anos 60, a VANS está envolvida com a cultura ligada ao skate e com a evolução do esporte, sem perder a originalidade. Dos clássicos aos modernos, a marca californiana possui uma enorme variedade de modelos de tênis, roupas a acessórios, todos dedicados às antigas e novas gerações de skatistas, além de ser uma das preferidas de moderninhos e descolados.

A históriaTudo começou exatamente no dia 16 de março de 1966 na cidade californiana de Anaheim quando os irmãos Paul e James Van Doren, com a ajuda de três outros sócios, entre os quais Gordon C. Lee e Serge D’Elia, inauguraram uma modesta loja para a venda de calçados esportivos para skatistas. Inicialmente os irmãos tinham apenas uma amostra do tênis, todo em lona, sem forro, com solado vulcanizado, extremamente leve e maleável, cuja produção era feita em um local adjacente à loja. No primeiro dia de funcionamento a nova empresa, batizada de VAN DOREN RUBBER COMPANY, vendeu 12 pares de um tênis cujo nome era Deck Shoes, hoje em dia conhecido como VANS AUTHENTIC. Na época a empresa era a única que produzia seus produtos e os vendia diretamente à um público alvo específico. Em pouco tempo a marca saltou dos tênis comuns para modelos de competição e um de seus fundadores tornou-se um corredor de maratonas para poder testar os protótipos.


No início da década de 70 a marca se popularizou e cresceu, o que culminou com encomendas de modelos de tênis feitos especialmente para o Departamento de Defesa Norte Americano e para a Força Aérea dos Estados Unidos. Não demorou muito para os skatistas, público alvo da marca, aderirem em peso ao solado vulcanizado, que ajudava na aderência para efetuar manobras. O mesmo público que consumia os tênis foi responsável pelo apelido que, mais tarde, se tornaria o nome oficial da marca: VANS. Nessa época a maioria dos skatistas do sul da Califórnia já era visto calçando um tênis VANS nos pés. Em 1975, a marca inovou ao lançar o modelo Vans #95, hoje conhecido como VANS ERA, um tênis cujo design foi feito pelos skatistas Tony Alva e Stacy Peralta. Este modelo viria a se tornar um dos mais populares da marca entre os skatistas, principalmente devido ao seu design diferenciado e suas combinações de cores diferentes das vistas até então no mercado. Pouco depois, em 1976, surgiria outro ícone da marca californiana: STYLE 36, conhecido hoje como OLD SKOOL e primeiro tênis a contar com a tradicional listra lateral (“Sidestripe”). O cano alto deste modelo, conhecido como sk8-hi, seria lançado pouco depois.


Já em 1979, a VANS introduziu um novo modelo no mercado, chamado Vans #44, também conhecido como SLIP-ON, e com a ajuda de ciclistas de BMX, esse tênis se tornou altamente popular na época, fazendo com a empresa vendesse seus produtos nacionalmente e internacionalmente, incluindo a inauguração de 70 novas lojas pelo estado da Califórnia. Na década de 80, os tênis da marca se tornaram um símbolo da geração Punk Rock e Hard Rock, passando a fazer parte do vestuário de várias bandas famosas da época, impulsionando assim a VANS ao sucesso. A marca também ganhou enorme popularidade em 1982, quando o ator Sean Penn utilizou um SLIP-ON, o tradicional tênis quadriculado da marca, no filme Fast Times at Ridgemont High (Picardias Estudantis).


Apesar disto, a empresa começou a enfrentar um grande problema. O skate, seu principal mercado, passava por uma crise e, consequentemente, os investidores do esporte passaram a sofrer com isto. Pensando mais uma vez em inovar, a empresa resolveu apostar na diversificação de sua linha de produto fabricando tênis para baseball, basquete, luta livre e futebol americano, tentando competir com as grandes marcas esportivas. E quase faliu. Superada a fase difícil a demanda pelos calçados da empresa continuava crescendo, sendo que, em 1987, mais de dois milhões de pares foram vendidos. As vendas internacionais, particularmente no México e na Europa, cresciam a um ritmo de 10%. Em 1988 a VANS foi vendida para o fundo de investimento McCown De Leeuw & Co. E a primeira ação dos novos proprietários foi investir em outros produtos como bolsas, mochilas e roupas. Além disso, o tênis, tradicional “carro chefe” da marca, disponível em mais de 200 modelos diferentes, teve sua produção aumentada ainda mais. A essa altura, a empresa já tinha filiais espalhadas pelo mundo todo e o sucesso já era notável. Em 1995 a marca ampliou ainda mais seu portfólio de produtos com o lançamento das botas para snowboarding.


O rápido crescimento da marca nos anos seguintes se deveu também a diversificação de sua linha de calçados, desenvolvidos para outros esportes ao ar livre, além da ampliação da linha de tênis assinadas por skatistas consagrados, como Geoff Rowley e Cory Nastazio, e uma linha de calçados femininos que mudavam de cor quando expostos a luz ultravioleta. Foi então que em 2004 a V.F Corporation, mesma fabricante da marca de calças jeans LEE demonstrou interesse em adquirir a marca. E por nada menos que US$ 396 milhões comprou a VANS, tendo ainda como um dos principais colaboradores e investidores Steve Van Doren, um dos fundadores da marca. Ainda neste ano a marca inovou ao disponibilizar em seu site o VANS CUSTOMS, onde os consumidores poderiam customizar seus próprios tênis. Hoje em dia a VANS apóia e patrocina não somente o skate, mas também o surfe e o snowboarding, além de estampar sua marca em grandes eventos de música e entretenimento.


Uma loja radicalA loja da VANS situada na cidade californiana de Orange County é simplesmente um delírio para quem gosta de skate. Além de oferecer a completa linha de produtos da marca, a loja possui, nos fundos, uma enorme pista de madeira de 4.300 m2 com os mais variados obstáculos e uma área específica para iniciantes do skate. O material de proteção pode ser adquirido na loja ou alugado no local. A loja inaugurada em 1998 é conhecida como VANS SKATEPARK.


A evolução visualA identidade visual da marca passou apenas por uma modificação ao longo dos anos, quando ganhou uma tipologia de letra mais larga e forte, além de perder a apóstrofe.


A marca também usa diferentes identidades visuais para suas linhas de produtos, como por exemplo, os calçados para skate, que utiliza como logotipo a tradicional frase “Vans off the wall”.


Dados corporativos● Origem: Estados Unidos
● Fundação: 16 de março de 1966● Fundador: Paul e James Van Doren● Sede mundial: Cypress, Califórnia● Proprietário da marca: VF Corporation● Capital aberto: Não
● CEO & Presidente: Eric Wiseman● Faturamento: Não divulgado● Lucro: Não divulgado● Lojas: + 280● Presença global: 90 países● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 700
● Segmento: Moda esportiva● Principais produtos: Calçados, roupas e acessórios● Concorrentes diretos: Converse All-Star, *ecko Unltd. e Element● Ícones: O solado vulcanizado dos tenis● Slogan: The original since 1966.● Website: www.vans.com

A marca no mundoAtualmente a VANS comercializa sua gama de produtos, que além dos tênis, inclui roupas e acessórios no estilo streetwear, através de 280 lojas próprias, revendedores autorizados e lojas multimarcas em mais de 90 países ao redor do mundo.

Você sabia? Foi na década de 70 que a marca cunhou o famoso slogan “Vans of the wall” para sua linha de calçados para skatistas.
 A marca foi pioneira na criação de tênis com solado vulcanizado próprio para prática de esportes de ação como o skate.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Normas A.B.N.T. para Ensino Médio.

Olá caros alunos no 2º Ano do Ensino Médio da escola Francisco.
Segue abaixo, as normas comentadas em sala de aula.
Enfatizo que na Universidade, algumas normas podem ser exigidas de forma diferente desta.
Um grande abraço e excelente semana à todos.
Professora Daiane - Geografia


NORMAS DA ABNT PARA O ENSINO MÉDIO

       Essa é uma adaptação simplificada das Normas da ABNT, feita especialmente para utilização no Ensino Médio. As normas oficiais destinadas ao Trabalho Científico podem ser encontradas explicitadas em nosso livro:
FURASTÉ, Pedro Augusto. NORMAS TÉCNICAS PARA O TRABALHO CIENTÍFICO. 17.ed. Porto Alegre: Dactilo-Plus, 2014.

O que é uma Norma Técnica? Quem as elabora?

É um documento elaborado por um organismo oficial que estabelece regrasdiretrizes oucaracterísticas para determinados produtos ou atividades.
São estabelecidas por um organismo de normalização para aplicação em todo país. No Brasil, elas são elaboradas pela ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). ABNT é considerada como o Fórum Nacional de Normalização, o que significa que as normas elaboradas por ela são reconhecidas formalmente como normas oficiais brasileiras. Essas Normas Brasileiras são classificadas por temas atendendo múltiplos setores, sendo um deles o de documentação, que inclui os Trabalhos Científicos.

O que é um Trabalho Científico? 

Podemos definir trabalho científico como a apresentação (oral ou escrita) de uma produção científica, ou, ainda, a apresentação de uma ideia, ou conjunto de ideias, a respeito de uma observação científica que representa uma contribuição para o desenvolvimento do conhecimento.
A sua apresentação pode ser relativamente simples ou pode ser complexa, mas deve sempre ser apresentada de forma clara, organizada, objetiva e concisa para facilitar a sua compreensão, seguindo regras e normas preestabelecidas.

ASPECTOS FÍSICOS DO TRABALHO

FORMATAÇÃO:
- Margem direita: 2cm       
- Margem esquerda: 3cm
- Margem superior: 3 cm
- Margem inferior: 2 cm
- Espaçamento entre linhas: 1,5 cm
       - Espaçamento em citações longas, notas, referências ou rodapé: espaço simples
- Fonte: Arial ou Times New Roman, tamanho: 12 cor preta.
- Fonte em citações longas e notas: tamanho: 10
- Papel branco ou reciclado, A4, texto justificado.

ESTRUTURA DO TRABALHO:
     a) Pré textuais:
         - Capa
         - Folha de rosto
         - Sumário
      b) Textuais:
     - Introdução
     - Desenvolvimento
     - Conclusão
      c) Pós-textuais
          - Referências      
          - Apêndice(s)
          - Anexo(s)     


NUMERAÇÃO DE PÁGINAS:
A capa não é contada, conta-se a partir da folha de rosto, porém a numeração só aparece a partir da primeira página da introdução. Número a 2cm das bordas superior e direita.

CAPA
Folha A4;
Letra tamanho 12;
Nome da disciplina, centralizado, caixa alta e negrito, a 5cm da borda superior;
Nome do(s) aluno(s), centralizado, entre o item anterior e o posterior, em caixa alta e negrito;  
Título do trabalho centralizado e no meio da folha, caixa alta e em negrito;
Local e data, centralizado, em caixa baixa, a 2cm da borda inferior.

FOLHA DE ROSTO:
Folha A4;
Letra tamanho 12;
Nome da escola, na parte superior da folha, centralizado, a 3cm da borda superior, caixa alta e negrito;
Nome da Disciplina, uma linha abaixo, centralizado, espaço simples, caixa alta e negrito;
Série e Turma, uma linha abaixo, centralizado, espaço simples, caixa alta e negrito;
Nome do professor, uma linha abaixo, centralizado, espaço simples, caixa alta e negrito;
Nome do(s) aluno(s), centralizado, entre o item anterior e o posterior, em caixa alta e negrito;  
Título do trabalho, centralizado e no meio da folha, caixa alta e em negrito;
Local e data, centralizado, em caixa baixa, a 2cm da borda inferior.

SUMÁRIO
- Palavra SUMÁRIO a 8cm da borda superior;
- 3 espaços simples do início;
- Colocam-se apenas os capítulos  primários, secundários e terciários;
- Indicativo numérico, título, pontilhado e paginação;
- Espacejamento simples no capítulo;
- Entre capítulos, espacejamento duplo;
- Seções escritas como no corpo do texto, na ordem em que aparecem no texto.

ELEMENTOS TEXTUAIS:
Introdução
Desenvolvimento
Conclusão
Iniciar os capítulos em folha distinta, apresentando um indicativo numérico, alinhado à esquerda, a 3cm da  borda superior - 1,   2,   3,  ...
Os subcapítulos, apresentando um indicativo numérico, alinhado à esquerda:
Subcapítulos secundários - 1.1,   1.2,   1.3 ...
Subcapítulos terciários - 1.1.1,   1.1.2,   1.1.3,  ...
Subcapítulos quaternários - 1.1.1.1,  1.1.1.2,  1.1.1.3 ...
Subcapítulos quinários - 1.1.1.1.1,   1.1.1.1.2,  1.1.1.1.3 ...
Os subcapítulos devem ser separado por uma linha em branco do texto anterior e do posterior;

APRESENTAÇÃO DOS TÍTULOS
Capítulos -          MAIÚSCULO NEGRITO   -  1 HISTÓRIA DO CINEMA
Subcapítulos -     MAIÚSCULO                   -  1.1 O CINEMA EUROPEU
Minúsculo negrito          -  1.1.1 O Cinema Italiano
Minúsculo                        - 1.1.1.1 Bangue-bangues
Minúsculo itálico               - 1.1.1.2.1 Mudos
ALÍNEAS
As alíneas, para serem consideradas corretas pelas Normas, obedecem às seguintes regras:
            a) o texto anterior termina com dois pontos;
            b) são reentradas como se fossem um novo parágrafo;
            c) começam com letra minúscula e terminam com ponto-e-vírgula;
            d) segunda linha começa sob a primeira letra do texto da própria alínea;
            e) este texto serve de exemplo.

CITAÇÕES
- Indiretas 
   Apresentamos o pensamento de um autor diluído no nosso texto, usando as nossaspróprias palavras
- Diretas
   Transcrevem-se exatamente as palavras do autor. Podem ser breves ou longas:
   As citações diretas breves, com até ± três linhas, possuem as seguintes características:
Integram o texto;
Letra = mesmo tamanho do texto;
Entre aspas;
Indicação da(s) página(s).
  As citações diretas longas, mais de três linhas, possuem as seguintes características:
Reentrada de 4cm da margem;
            Letra menor - tamanho 10;
            Sem aspas;
            Espaço simples na citação;
            Espaço duplo entre o texto anterior e o texto posterior.

REFERÊNCIAS e e-Referências:

Deverão estar dispostas no final do texto em ordem alfabética pelo sobrenome do(s) autor(es), conforme a seguir:

Livros
SOBRENOME DO AUTOR, prenomes. Título: subtítulo. Edição(a partir da 2ª). Local: Editora, ano.
Exemplo:
CARDINALE, Elpídio. O SONHO ENCANTADO DE MARILIA. 6.ed. Pouso Alegre: Imagem, 2012.

Enciclopédias e dicionários
TÍTULO: subtítulo. Edição. Local: Editora, ano.
Exemplos:
HOUAISS, Antônio. MINIDICIONÁRIO HOUAISS DA LÍNGUA PORTUGUESA. 4 ed. Rio de Janeiro: Objetiva, 2010.
ENCICLOPÉDIA MIRADOR INTERNACIONAL. Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações, 1987.

Artigos ou matérias de periódicos
SOBRENOME DO(S) AUTOR(ES), Prenome(s). Título do trabalho: subtítulo. Título do periódico, local, volume, fascículo, página inicial e final do artigo, período e data de publicação.
Exemplos:
MARTINS, Gilberto de Andrade. Abordagens metodológicas em pesquisas na área de Administração. Revista de Administração da USP, São Paulo, v. 32, n.3, p. 5-12, julho/setembro, 1997.
CABELOS por um fio. CRIATIVA, São Paulo, v.IX, p.59-60, jul.1999.

Documentos eletrônicos
AUTOR, prenomes. Título. Outros dados. Disponível em: <www.endereço do site>. Acesso em: dia, mês, ano.
Exemplo:
CARNEIRO, Olavo Vianna. O VERDADEIRO EU. 3 ed. Rio de Janeiro: Lexus, 2014. Disponível em: <http://www.carneirovianna.com.br> Acesso em: 5 set. 2014.
SILVA, I. G. Pena de morte para o nascituro. O Estado de São Paulo. São Paulo, 19 set. 1998. Disponível em: <http://www.providafamilia.org/pena_morte_nascituro.htmAcesso em 17 jan. 2001.

No caso de e-Referências, referem-se aos sites pesquisados constando a data de acesso.