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quarta-feira, 6 de abril de 2016

Aviso importante aos alunos do 3º Ano do Ensino Médio - Sylvio Maya

Caros alunos !!!

Boa tarde !!!

Gostaria de lembrá-los que o bimestre já está chegando ao final, e pelo motivo de termos somente uma aula na semana, coincidindo serem às sextas-feiras, a maioria de vocês não possui presença em minhas aulas.

Quero também avisá-los de que a Escola Sylvio Maya, não possui curso EAD (Educação à distância), por isso, as aulas são presenciais de segunda à sexta-feira impreterivelmente.

Os alunos que estão me enviando mensagens no whatsapp ou por e-mail solicitando fotos de trabalhos, simulados e atividades realizadas em sala, aviso que, se não houver nenhuma presença registrada em diário de classe, terão a nota registrada como: NA (Não avaliado).

Por esse e outros motivos, preparo minhas aulas com muito carinho, imprimo atividades e me esforço para levar até vocês a melhor parte de meus conhecimentos, no entanto, ainda não consigo realizar as aulas através de vídeo conferência.

Por favor, peço gentilmente que participem das aulas, para que tenhamos um bom resultado em nossa matéria, lembrando que o interesse é de cada um.

Obrigada
Professora Daiane - Geografia



Como fazer a capa e a folha de rosto nas normas da ABNT (Ensino Médio e ...

Vídeo Aula - Formatação trabalhos Normas ABNT

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Atividade para nota 3º Anos D, E e F Sylvio Maya.

Hamas é da Palestina? Hezbollah do Líbano? Mate essas e outras dúvidas



O texto se refere a um conflito da arena geopolítica internacional na atualidade que é apontado como uma das tendências para o presente século segundo alguns analistas.

Esse suposto conflito colocará em choque:
As nações desenvolvidas contra as nações subdesenvolvidas.
As nações ricas do Hemisfério Norte contra as nações pobres do Hemisfério Sul.
Diferentes civilizações.
As nações inseridas na globalização e as nações excluídas do processo.
As nações capitalistas desenvolvidas e as antigas potências do extinto bloco socialista.
Enviem a resposta por e-mail, constando Nome, Número e Série.
daianeavona@yahoo.com.br

Geografia das Religiões

Boa tarde caros alunos do 3º Ano E.M. Escola Sylvio Maya.

Segue assunto interessante da matéria em pauta, para mais informações.
Abraço
Professora Daiane

GEOGRAFIA DAS RELIGIÕES

Existe um ramo da Geografia que tem como objetivo aplicar o tema da religião associado ao da geografia. Este ramo é chamado de Geografia das Religiões. A compreensão do fenômeno da fé e o entendimento da religiosidade na espécie humana são alguns dos aspectos buscados por este ramo da Geografia, abordando o papel do sagrado e do profano na organização espacial.
Esta preocupação com a distribuição da religião vem desde períodos mais antigos. Estudos sobre a frequência territorial das religiões, assim como estudos das crenças como produto da prática humana e suas expressões, já faziam parte da Geografia.
O etnocentrismo, que é a mania que algumas pessoas têm de achar que sua religião é a base de todas as outras, também é estudado pela Geografia das Religiões. Este ramo não é muito conhecido, pois acaba sendo abafado por outras áreas da Geografia, como a urbana, a rural, política, etc.
O fenômeno religioso, sua distribuição e morfologia na paisagem cultural foram levados em consideração nos primeiros estudos, realizados no início do século XX nos Estados Unidos e Alemanha.
O CRESCIMENTO DA GEOGRAFIA NAS RELIGIÕES
Depois da Segunda Guerra Mundial, os geógrafos começaram a ter mais interesse por esta área. A obra “Géographie et religions“, de Pierre Deffontaines, foi uma das pioneiras, publicada em 1948. Na década de 70, Maximilien Sorre publicou artigos analisando as atividades religiosas e seus efeitos no espaço social.
Depois desses dois trabalhos, vieram Claude Raffestin e Paul Claval, autor de considerações sobre a combinação geografia e religião. Mais recentemente o geógrafo M. Buttner fez considerações acerca da conveniência do estudo religioso e sua relação geográfica.
O primeiro estudo relevante feito no Brasil, nesta área, ocorreu em 1972, de autoria de Maria Cecília França, uma tese de doutorado para a USP de São Paulo.