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sexta-feira, 15 de maio de 2015

Pico da Neblina - Amazonas

O Pico da Neblina, localizado no norte do Amazonas, na Serra do Imeri, é o ponto mais alto do Brasil com 2.994 metros de altitude (medição revista por satélite/GPS pelo IBGE em 2004). Dá nome ao Parque Nacional do Pico da Neblina, onde está situado. Localiza-se no município de Santa Isabel do Rio Negro, mas a cidade mais próxima é São Gabriel da Cachoeira. O segundo ponto mais alto situa-se a meros 687 metros da fronteira com a Venezuela no Pico 31 de Março (altitude de 2.972,66m), conforme determinado por uma comissão demarcadora de fronteiras em 1962.
O Pico da Neblina teria sido descoberto na década de 1950, pelo então comandante Mário Jucá, da Panair do Brasil, ao sobrevoar o pico num raro momento em que ele não estava encoberto pela neblina, numa época que se acreditava ser o Pico da Bandeira o ponto mais alto do Brasil. Na época não existiam instrumentos de precisão como o GPS, porém o comandante teria chegado a essa conclusão baseado apenas no altímetro de sua aeronave. Porém, se para os brasileiros o pico era desconhecido, os venezuelanos já o conheciam anteriormente como Cerro Jimé, e a área da montanha já tinha sido visitada em 1954, numa expedição do eminente ornitologista venezuelano (filho de americanos) William H. Phelps, Jr. Em sua homenagem, o pico às vezes é chamado de Cerro Phelps na Venezuela.
Em 1965 o topógrafo José Ambrósio de Miranda Pombo mediu a altitude do pico da Neblina como sendo de 3.014m e a do pico vizinho 31 de Março em 2.992m. Porém, em 2005 o cartógrafo Marco Aurélio de Almeida Lima, membro da expedição do Projeto Pontos Culminantes do IBGE e do Instituto Militar de Engenharia(IME), tirou as novas medidas após 36 horas de medição usando um aparelho de GPS. A nova medição determinou que o pico era aproximadamente 20 metros mais baixo do que se pensava, tornando o Brasil um país sem nenhum ponto em seu território acima de 3.000 metros de altitude.
Acesso: O início da trilha acontece na boca do Igarapé Tucano, próximo à aldeia ianomâmi de Maturacá, a cerca de 800 km de Manaus. É necessário subir o rio Cauaburi em voadeiras (velozes canoas de alumínio com motor de popa), até o Igarapé Tucano, início da caminhada. Depois de quatro dias de caminhada, andando uma média de 4 a 5 horas por dia, chega-se ao ponto mais alto do relevo brasileiro, onde se encontram várias espécies endêmicas, principalmente plantas de pequeno porte. O nome "Pico da Neblina" deve-se ao fato do mesmo se encontrar praticamente o ano todo coberto de nuvens.
Clima e vegetação: Plantas de grande porte e vegetação mais fechada (floresta equatorial ) só são comuns até os 1.000 m de altitude; dos 1.000m até aos 1.700m há árvores de médio e pequeno porte, onde a vegetação é mais aberta, e a partir dos 1800 m só há vegetação rasteira (vegetação de altitude).
No topo da montanha, a temperatura chega a 20 °C durante o dia e cai para 6 °C à noite.



















Agradecimento !!!

Hoje, 15/05/2015, gostaria imensamente de agradecer o aluno da 8º Série - 9º Ano, do período Matutino da Escola Sylvio Maya pela colaboração durante minhas aulas.

Luis Murilo, você serviu de exemplo para todos os alunos, prestando atenção e colaborando com a professora.

Continue assim !!!!
Parabéns e excelente fim de semana.

Grande abraço
Professora Dai

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Os dez maiores países do mundo em Extensão.

Quem nunca teve a curiosidade de saber quais são os maiores paises do mundo? Esse top 10 podemos abordar de varias formas, por países mais populosos ou mais ricos, no entanto creio que você deve estar buscando informação com relação a extensão territorial.
A seleção dos 10 maiores países do mundo é impressionante, com o destaque pelo tamanho, com possibilidade de atravessar 2 continentes. O Brasil compõe esta seleção e para os brasileiros é muito fácil notar o tamanho expressivo do país, em comparação com tantos outros ao redor do mundo.
Maior o país, maior é a tendência para diversidade cultural e econômica no seu interior, como o que acontece pelo Brasil que integra esta seleção. Daí a diferença, em muitas vezes gritante e possível entre as diversas regiões de uma única nação.
Top 10 maiores países do mundo .

Argélia – 2,38 milhões de km²
A Argélia é localizada ao norte da África, esta denominada o maior continente. O país ocupa a décima posição entre os maiores do mundo, e faz divisa com sete outros países, que são Saara Ocidental, Marrocos, Tunísia, Líbia, Mali, Níger e Mauritânia.

Cazaquistão – 2,72 milhões de km²
São 2,72 milhões de km² para a nona posição entre os maiores países, com o Cazaquistão. Já pertenceu à antiga União Soviética, e está na Ásia, com pequena parte européia. O Cazaquistão é o quarto maior país no continente asiático, com fronteira com China e Rússia, Quirguistão, Uzbequistão e Turcomenistão.

Argentina – 2,78 milhões de km²
Os hermanos ocupam a oitava posição nesta seleção, e é a terra do tango com fronteira com 4 países sem contar o Brasil, que são Chile, Uruguai, Bolívia e Paraguai. A Argentina representa o segundo maior país na América do Sul, e ainda o quarto das Américas.

Índia – 3,29 milhões de km²
A população da Índia também é enorme, e o país ocupa o sétimo lugar entre os maiores países pelo mundo. A densidade geográfica se resume em torno de 310 hab/km², muito alta. A Índia faz fronteira com China, Nepal, Paquistão, Bangladesh, Mianma, Butão, e também com Sri Lanka, ilha ao sul do país.

Austrália – 7,69 milhões de km²
A Austrália é considerada ilha e massa continental da Oceania, muito distante da posição anterior da Índia nessa seleção dos 10 maiores países pelo globo; a Austrália apresenta marca de 7,69 milhões de km² em extensão. E a Austrália não faz divisa terrestre com outra nação, mas alguns países são próximos como Nova Zelândia, e Ilha de Nova Caledônia.

Brasil – 8,51 milhões de km²
O nosso país é o maior da América do Sul, e ocupa o quinto lugar entre os 10 maiores países do mundo. É ainda o terceiro maior das Américas, e a característica especial do Brasil é fazer fronteira com quase todos os países da América do Sul, Paraguai, Argentina, Uruguai, Colômbia, Peru, Bolívia, Suriname, Venezuela, Guiana e Guiana Francesa. As exceções são Equador e Chile.



Estados Unidos – 9,37 milhões de km²
Os EUA, potência mundial, compõe a quarta posição na seleção dos 10 maiores países. Localizado na América do Norte, nesse quesito, permanece atrás apenas do Canadá. Pelo sul, os Estados Unidos fazem fronteira com México. O número mencionado referente aos EUA já inclui Alasca e Hawaii, que não se encontram anexados.

China – 9,59 milhões de km²
A população da China também é igualmente assustadora em quantidade, assim como a extensão do país, com 9,59 milhões de km², ocupando o terceiro lugar entre as maiores nações do mundo. Trata-se da maior população do mundo, e está localizado na Ásia, com divisa envolvendo 14 países.
Os países são Cazaquistão, Rússia, Quirguistão, Mongólia, Afeganistão, Tadjiquistão, Índia, Nepal, Paquistão, Laos, Mianma, Butão, Coréia do Norte e Vietnã.

Canadá – 9,98 milhões de km²
A segunda posição entre os 10 maiores países pelo mundo é do Canadá, com a primeira posição referente ao continente americano. E o país somente faz fronteira com os EUA. O território em extensão é impressionante, mas a população é considerada pequena, com densidade demográfica muito baixa.

Rússia – 17,10 milhões de km²

A primeira posição de maior país do mundo é da Rússia, e com tamanho muito expressivo, de 17,10 milhões de km². O país atravessa 2 continentes, a Europa e Ásia. A divisa é com 14 países, pela extensão total Leste/Oeste.
Os países são Noruega, Bielorússia, Finlândia, Lituânia, Letônia, Estônia, Polônia, Azerbaijão, Geórgia pelo lado europeu, China, Coréia do Norte, Cazaquistão, e Mongólia pelo lado asiático.

Mapa mundi político

mundi

Quantos países existem no mundo?

Quantos países existem no mundo???????


Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), existem 191 países. Mas há algumas ausências nessa lista. As duas mais famosas são Taiwan, cuja independência não é reconhecida pela China, e o Vaticano, que, apesar de ficar de fora do cadastro da ONU, é "observador permanente" da entidade, status que dá direito a voto nas conferências. Além desses dois, a ONU não contabiliza possessões e territórios. A Groenlândia, por exemplo, fica de fora porque é território da Dinamarca. Para ganhar a carteirinha de sócio, o país deve ter fronteiras definidas, sustentação econômica - uma moeda ajuda bastante - e soberania nacional. E ainda deve ser reconhecido pelos outros integrantes do clube. Mas a lista da ONU não é a única. Algumas associações esportivas também têm as suas. É o caso do Comitê Olímpico Internacional, com 202 membros, e da Fifa, que tem 205. Territórios como Aruba e Ilhas Cayman, não reconhecidos pela ONU porque pertencem, respectivamente, à Holanda e à Inglaterra, integram as duas entidades. Se você acha e tem muito país pra pouco mundo, saiba que isso é uma coisa relativamente nova: no início do século 20, havia apenas 57 nações. "Após a 1ª Guerra Mundial (1914-1918), o fim dos impérios austro-húngaro, na Europa, e turco-otomano, no Oriente Médio, fez com que surgissem novos países, como a Áustria e o Iraque", diz a historiadora Maria Aparecida de Aquino, da USP. Décadas depois, a independência de ex-colônias da Ásia e da África dividiu mais o mapa. Nessa época surgiram Índia e Paquistão (1947) e Moçambique (1975), entre outros países. Na década de 1990, com o fim da União Soviética, o mundo ganhou outra leva de nações, como a Ucrânia e o Uzbequistão. E novas divisões ainda são traçadas em zonas de conflito. A Caxemira, na fronteira entre Índia e Paquistão, e a Chechênia, na Rússia, reivindicam a independência na ponta da baioneta. Entre os membros da ONU, escolhemos 12 para mostrar os extremos do globo: o país mais rico, o mais pobre, o mais antigo e o mais novo, entre outras categorias que você confere ao lado.
Mundo muito estranhoNos quatro cantos do planeta, selecionamos nações recordistas em 12 categorias
O MAIS RICO - Luxemburgo
Os afortunados habitantes fazem jus à herança aristocrática do país, cujo nome oficial é Grão-Ducado de Luxemburgo. A renda anual per capita dos luxemburgueses é de 43 940 dólares, segundo dados da ONU de 2003
O MAIS QUENTE - Líbia
Ao lado do Egito e com parte do seu território coberto por desertos (do Saara e da Líbia), esse país já registrou a temperatura mais alta do mundo: 58 ºC, em setembro de 1992, na cidade de El Azizia
O QUE MAIS MUDOU DE NOME - Congo
Na declaração de independência, em 1960, o nome era República do Congo. Em 1971, passou a se chamar Zaire. Em 1997, mudou para o nome atual. Antes da independência, a colônia francesa teve outros dois nomes: Estado Independente do Congo e Congo Belga
COM MAIOR POPULAÇÃO FEMININA - Letônia
Se você quer descolar uma companhia do sexo frágil, experimente passar as próximas férias nesse país, que tem 1,2 milhão de mulheres e 1 milhão de homens — uma relação de 1,2 para 1
COM MAIS JOVENS - Iêmen
Nesse pequeno país do Oriente Médio, metade da população tem até 15 anos de idade. Essa também é a média de idade do país, que tem mais de 7,3 milhões de crianças e adolescentes
O MAIS POBRE - Etiópia
A Etiópia está na lanterna quando o assunto é riqueza. A renda anual per capita é de apenas 90 dólares, quase 500 vezes menor que a de Luxemburgo. Só para comparar, cada brasileiro ganha, em média, 3 330 dólares por ano
COM MAIOR POPULAÇÃO MASCULINA - Emirados Árabes Unidos
As 804 mil mulheres dos Emirados Árabes podem escolher entre 1,6 milhão de homens do país. A proporção de 2 homens por mulher é a mais alta do mundo
O MAIS FRIO - Rússia
A cidade de Oymyakon, na Sibéria, é forte candidata a sorveteria humana. Lá, os termômetros costumam bater em -50 ºC durante o inverno. Oymyakon só perde para a Antártida, que já marcou -89,2 ºC, mas não é um país
O MENOS POVOADO - Mongólia
Se você percorrer uma área de um quilômetro quadrado na Mongólia, com sorte encontrará duas pessoas. No país, a densidade demográfica é de apenas 1,5 habitante por km2. Ninguém tem problemas com os vizinhos por lá!
COM MAIS IDOSOS - Japão
A população japonesa tem, em média, 41 anos — 15 a mais que a média mundial, de 26 anos. Quase 30 milhões de japoneses têm mais de 60 anos. E a expectativa de vida feminina chega aos 85,2 anos
O MAIS ANTIGO - China
O país já era unido em 221 a.C. Mas bem antes disso, em 1500 a.C., já havia instituições políticas por lá. O Iraque e o Egito, apesar da trajetória recente como nações independentes, também têm histórias que remontam a 3000 a.C.
O MAIS POVOADO - Cingapura
Todo mundo sabe que a China é o país mais populoso do mundo, com mais de 1,2 bilhão de habitantes. Mas o mais povoado, com mais gente espremida no território, é Cingapura, com 6 107 seres humanos por km²
O MAIS RECENTE - Timor Leste
Em 1999, após uma guerra civil cruenta, um plebiscito bancado pela ONU deu aos timorenses a tão sonhada independência, reconhecida oficialmente em 2002. O país havia sido anexado pela Indonésia em 1975

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Tsunami

Tsunami, denominação derivada do japonês que significa onda de porto, corresponde às ondas provocadas por deslocamento da crosta oceânica que empurra a massa de água para cima, além do deslocamento de terras e gelo ou impacto de um meteorito no mar.
Em geral, um Tsunami é formado a partir de anomalias que provocam deslocamentos de uma enorme massa de água como terremotos, deslocamentos de massa continental, erupções vulcânicas ou meteorito, esse fenômeno pode surgir sempre que ocorrer acidentes geológicos de forma repentina na superfície marinha, que faz deslizar de forma vertical a massa de água.
Grande parte dos Tsunamis ocorre no Oceano Pacífico, no entanto, nada impede que aconteça em qualquer lugar e hora.
Os Tsunamis são ondas gigantescas, existem estimativas de ondas com mais de 30 metros de altura e velocidade incrível de mil quilômetros por hora, a formação de grandes ondas ocorrem também a partir de terremotos continentais, um exemplo disso foi o Grande abalo sísmico do Chile, que resultou em mortes no Havaí, que, apesar da distância, foi atingido por ondas que migraram pelo Pacífico.
Esse fenômeno natural é um perigo real e em muitos casos é difícil de prever, quando acontece certamente produz uma grande destruição, além de inúmeras mortes, diante disso é de fundamental importância a dispersão em todos os oceanos de equipamentos e sondas para identificar possíveis abalos e assim evacuar áreas para que pelo menos vidas humanas sejam poupadas, uma vez que prejuízos financeiros são inevitáveis nesse caso.

TSUNAMI

O QUE CAUSA UM TSUNAMI?

Um Tsunami é uma onda causada pelo movimento repentino do fundo do mar. Este movimento pode ser desencadeado por diferentes fenómenos: sismos, erupções vulcânicas ou deslizamentos de terras submarinos. Podem ainda ser gerados em consequência de impactos de meteoritos. Os Tsunamis propagam-se ao longo da superfície dos oceanos a grandes velocidades e quando atingem a linha de costa os seus efeitos podem ser devastadores.
A grande maioria dos Tsunamis formam-se em consequência de sismos gerados em zonas de subducção. As zonas de subducção são locais onde um fragmento de crusta terrestre, normalmente oceânica, mergulha sob outra (continental ou oceânica) afundando-se no manto. Neste local as forças de fricção são enormes. Imaginem uma fracção de rocha com mais de 20 km de espessura a mergulhar sobre outro com mais de 50 km, podendo atingir várias centenas de quilómetros de extensão e afundando a mais de 700 km de profundidade no manto.
Devido à fricção e devido ao facto de as placas se movimentarem lentamente durante a maior parte do tempo, a zona de subducção encontra-se normalmente bloqueada (stuck).


Deste modo a energia vai-se acumulando e as placas vão-se deformando lentamente, mas sem que ocorra movimento relativo ao longo do plano de subducção.



Quando a energia acumulada excede a força de fricção existente entre as duas placas dá-se o movimento repentino relativo entre elas ao longo do plano de subducção, libertando as enormes quantidade de energia. A energia potencial é "transformada" em energia cinética (movimento). Quando isto acontece o fundo do mar pode movimentar-se bruscamente, movimento este que é transferido à coluna de água suprajacente, gerando o Tsunami.


A onda assim formada propaga-se ao longo da superfície do mar, podendo ser amplificanda quando atinge as zonas costeiras. Nestas zonas podem-se formar-se ondas com várias dezena de metros causando a destruição quase total das áreas onde se dá o impacto da massa de água.